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Os exercícios matam o pensamento?

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  Os exercícios matam o pensamento?   Foi e é muito comum certas pessoas afirmarem que a utilização de exercícios como ferramenta de aprendizado estaria matando a criatividade e impossibilitando o aprendizado de processos de pensamentos superiores. Ao contrário disso, os alunos deveriam aprender através de problemas das quais lhes sejam mais interessantes, autênticas, os quais os alunos poderiam resolver sozinhos, construindo assim seu próprio conhecimento. Eis a grande questão. As pesquisas em psicologia cognitiva e em neurociência cognitiva não confirmam que os exercícios/a prática teria impacto negativo no aprendizado; muito pelo contrário: seria a prática/exercício condição da aprendizagem e um elemento chave de um ensino eficaz. Exemplos dessas pesquisas que apontam para uma linha oposta do que se vem afirmando em oposição aos exercícios, é a pesquisa de Swanson e Sachse-Lee (2000), em que esses autores constaram que a utilização de exercícios práticos e revisões ...

Problematizando a pedagogia: a questão dos exercícios extensivos quanto abordagem de ensino

              Durante a história da educação alguns debates e dilemas foram desenvolvidos entorno do que se existia na escola tradicional e o que poderia ser feito quanto uma alternativa a essa escola. A partir disso, surgiu um movimento educacional que teve como propósito a negação de postulados defendidos pela antiga escola (principalmente aquela constituída em meados do século XIX sobre influência de ideias iluministas e da industrialização). Está se falando do embate que foi travado entre os defensores da Escola Nova (escolanovismo) contra a Escola Tradicional, e um desses dilemas e debates se encontra a questão do exercício, da prática extensiva que era uma marca da velha escola. Passou a ser estabelecer ideias de que o exercício (a prática extensiva) teria impacto negativo sobre o indivíduo, em especial a criança, na qual seciaria toda a sua iniciativa, criatividade, liberdade, autonomia e espontaneísmo, tornando-os seres...

Mito de que a instrução (ensino) conduzida pelo professor é passiva

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Christodoulou, D. (2014). Seven myths about education . London: Routledge / The Curriculum Centre. p. 37-47. - Texto tirado na integra e traduzido com a ajuda do Google Translater Mito 2 A instrução conduzida pelo professor é passiva Onde está a evidência de que as pessoas acreditam nisso e que isso afetou a política educacional e a prática em sala de aula? Evidência teórica No último capítulo, vimos quantos teóricos da educação eram altamente céticos quanto ao valor dos fatos na educação. Eu terminei o capítulo sugerindo a possibilidade de que eles não fossem céticos quanto aos fatos, apenas a certos métodos de transmitir fatos. E certamente, muitos desses teóricos são muito hostis em relação a certos métodos de aprendizado, direcionados por professores, que são vistos como passivos e desumanizadores. Eles argumentam que, como esses métodos são passivos e desumanos, eles são realmente ineficazes no ensino dos fatos. Não é apenas mais moral, mas mais eficaz para os alunos apr...